Entrevista INDICA(som)

Moldar

junho 19, 2015

Conheci a Moldar desde a sua primeira formação e fiquei super animada com a proposta deles e com o som, até tive uma pequena participação pra capa do primeiro EP deles. 🙂 Sempre achei que tinha tudo pra dar muito certo, gosto demais da voz do vocalista e das letras profundas que eles constroem juntos. A Moldar toca um rock envolvente, que as letras ficam na cabeça e viram o hit da sua semana, então, vai ouvir “Céu aberto” aqui na introdução e vai ficar com um trechinho na cabeça, tenho certeza. A Moldar é uma linda mistura de sotaques: tem carioca, tem gente do interior de SP e até de Rondônia.

Fiz a entrevista com eles num almoço depois de um ensaio deles, me diverti demais. Rimos demais, conversamos demais, comemos demais também e foi um tempo bem gostoso com eles. Isso só me aproximou mais de quem eles são, todos são uns lindos com um coração grandão e o bacana é o carinho que existe entre eles, eles são uma família mesmo. E fico muito feliz de acompanhar eles de perto e sempre que posso ir aos shows! Eles estão aí, participando de vários festivais, tocando em tudo que aparece, fazendo o som deles ser conhecido. Gravaram o primeiro disco com a banda completa esse ano e vou dizer que vem coisa MUITO boa aí viu? Ouvi umas duas músicas e gostei demais, tá massa!

AH! E olha só, eles vão fazer um pocket show apresentando as músicas do novo disco. Vai rolar no dia 16 de julho às 21h. o/ Pra participar, CLICA AQUI nesse link pra garantir seu ingresso e conferir em primeira mão.

Bora conhecer um pouquinho mais sobre a banda:

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Me contem um pouco da história da Moldar? Sei que ela começou com uma formação diferente e hoje está com um monte de gente nova.
Gustaf e Bruno queriam começar o projeto em 2013. Mas Gustaf morava em SP e Bruno em Curitiba e o ponto em comum deveria ser SP, então Bruno mudou pra SP! 🙂 O Bruno tinha contato com Daniel(que era do Rio), fizeram uma proposta sobre a banda e o Dani topou participar. Só que o Dani era baterista, então o atual baterista Bruno iria pro baixo. O Dani , depois de uma semana aceitado a proposta , teve uma super surpresa: ofereceram uma proposta pra ir pra SP na empresa aonde trabalhava. E com esse trio, começaram gravar as coisas, os 3! Então foram atrás de outro guitarrista, o Bruno achou a Ellen no Facebook, numa página de guitarristas e tal. Ellen morava em Rondônia, depois foi pra Minas (continuava longe) mas ela tinha vontade de vir pra SP e no fim ELA VEIO! Depois o Dani apresentou o Vitor, o tecladista, que entrou como amigo e depois entrou pra banda como músico! E hoje é isso aí, minha gente!


E esse nome, da onde veio?
O nome surgiu com Bruno e Gustaf, foi a primeira coisa a surgir. A gente como banda, que leva uma mensagem, que fala sobre alguma coisa, queremos moldar as pessoas, fazer as pessoas crescerem, melhorarem!


Definam cada integrante com uma palavra!
Gustaf
– ‘o tranquilo’
Dani – ‘o amoroso’ e muito dedicado como músico
Ellen – ‘a menina!’ nossa menina, a menina dos olhos, crescendo como música!
Bruno – ‘o direto’ e também amoroso!
Vitor – ‘o ausente!’ (haha! ele não tava na entrevista)


Diz pra gente um pouco do que vocês ouvem!
Como banda, nossas influências diretas são:  The Classic Crime, Foo Fighters e Switchfoot. E também: Lifehouse, Pearl Jam, All Star United, Jonah 33, The Juliana Theory, John Mayer.


De música brasileira, o que vocês tem pra indicar pro pessoal?
Eles não são os maiores fãs de música brasileira, mas indicaram: Quarto Fechado e Scalene!


É muito difícil uma banda conquistar seu espaço? Entrar nesse cenário musical?
Bandas autorais normalmente sofrem com isso, porque a maioria das bandas entram como cover no cenário musical e depois mostram suas músicas. A distância dos integrantes também é uma coisa que dificulta um pouco entre a gente, porque temos que “levar público” e as forças estão divididas. É difícil conseguir eventos sem ter uma cota fechada de venda de ingresso! Não se tem muito espaço pra bandas autorais, tem muita banda no mercado. Pra se fazer um trabalho BOM, é caro, muito caro. Ainda mais pra uma banda independente!

Se pudessem dar uma dica pra quem quer viver de música, qual seria?
A gente entende a música como algo vivendo paralelamente com a nossa vida e trabalho mesmo, isso já é uma tendência de grandes bandas da Europa, que tem seus trabalhos paralelos e a gente pensa assim também!

Qual música vocês não tiram da cabeça por esses tempos?
Dani
: Dare you to move – Switchfoot
Bruno: Sex on fire – Kings of Leon
Gustaf: uma música minha! “Salmo 127” (que é linda!)
Ellen: Seatle – The Classic Crime

E pra esse ano, sai CD novo, né? Conta mais.
A gravação desse disco foi o primeiro trabalho fechado com a banda toda. A proposta que o produtor fez, foi totalmente nova e a gente encarou: CRIAR enquanto gravava! O processo criativo aconteceu dentro do estúdio, foi bacana, a gente foi vendo o CD sendo “parido”. Alguns gravaram e outros não fazem ideia do que o outro gravou. A gente sabe que tá muito bom porque a gente confia em cada um e no produtor! 🙂

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